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y8hGetulio Vargas de Avelar em 03/03/2012
- Duas palavras. Estava eu, como fazia quase sempre, tomando um pequeno lanche em uma das várias lanchonetes que ficam próximas à Rodoviária de Teresópolis, local onde atualmente resido. Eu saboreava, calmamente, um dos gostosos salgados que eram vendidos, e bebia um refrigerante. Meu pensamento divagava enquanto eu olhava a multidão que começava a chegar do trabalho para “pegar” um dos vários ônibus que ali fazem ponto, para diversos destinos da cidade. Quase não observei quando ele chegou. Era um mulato alto, forte, e muito simpático, porém sua indumentária transmitia a dificuldade que passava naquele momento. Vestia uma camisa rota, calças muito velhas e sapatos bastante gastos. Tudo indicava que aquela pessoa havia saltado de uma condução e aguardava outra. Em seus braços ainda tinha manchas de barro, mostrando o pesado serviço que acabara de executar. Postou-se ao meu lado, porém do outro lado do ângulo reto do balcão e, solicitou educadamente à garçonete que lhe serviss
Getulio Vargas de Avelar em 03/03/2012
- Duas palavras. Estava eu, como fazia quase sempre, tomando um pequeno lanche em uma das várias lanchonetes que ficam próximas à Rodoviária de Teresópolis, local onde atualmente resido. Eu saboreava, calmamente, um dos gostosos salgados que eram vendidos, e bebia um refrigerante. Meu pensamento divagava enquanto eu olhava a multidão que começava a chegar do trabalho para “pegar” um dos vários ônibus que ali fazem ponto, para diversos destinos da cidade. Quase não observei quando ele chegou. Era um mulato alto, forte, e muito simpático, porém sua indumentária transmitia a dificuldade que passava naquele momento. Vestia uma camisa rota, calças muito velhas e sapatos bastante gastos. Tudo indicava que aquela pessoa havia saltado de uma condução e aguardava outra. Em seus braços ainda tinha manchas de barro, mostrando o pesado serviço que acabara de executar. Postou-se ao meu lado, porém do outro lado do ângulo reto do balcão e, solicitou educadamente à garçonete que lhe serviss
BNCGetulio Vargas de Avelar em 03/03/2012
- Duas palavras. Estava eu, como fazia quase sempre, tomando um pequeno lanche em uma das várias lanchonetes que ficam próximas à Rodoviária de Teresópolis, local onde atualmente resido. Eu saboreava, calmamente, um dos gostosos salgados que eram vendidos, e bebia um refrigerante. Meu pensamento divagava enquanto eu olhava a multidão que começava a chegar do trabalho para “pegar” um dos vários ônibus que ali fazem ponto, para diversos destinos da cidade. Quase não observei quando ele chegou. Era um mulato alto, forte, e muito simpático, porém sua indumentária transmitia a dificuldade que passava naquele momento. Vestia uma camisa rota, calças muito velhas e sapatos bastante gastos. Tudo indicava que aquela pessoa havia saltado de uma condução e aguardava outra. Em seus braços ainda tinha manchas de barro, mostrando o pesado serviço que acabara de executar. Postou-se ao meu lado, porém do outro lado do ângulo reto do balcão e, solicitou educadamente à garçonete que lhe serviss
Getulio Vargas de Avelar em 03/03/2012
- Duas palavras. Estava eu, como fazia quase sempre, tomando um pequeno lanche em uma das várias lanchonetes que ficam próximas à Rodoviária de Teresópolis, local onde atualmente resido. Eu saboreava, calmamente, um dos gostosos salgados que eram vendidos, e bebia um refrigerante. Meu pensamento divagava enquanto eu olhava a multidão que começava a chegar do trabalho para “pegar” um dos vários ônibus que ali fazem ponto, para diversos destinos da cidade. Quase não observei quando ele chegou. Era um mulato alto, forte, e muito simpático, porém sua indumentária transmitia a dificuldade que passava naquele momento. Vestia uma camisa rota, calças muito velhas e sapatos bastante gastos. Tudo indicava que aquela pessoa havia saltado de uma condução e aguardava outra. Em seus braços ainda tinha manchas de barro, mostrando o pesado serviço que acabara de executar. Postou-se ao meu lado, porém do outro lado do ângulo reto do balcão e, solicitou educadamente à garçonete que lhe serviss
Getulio Vargas de Avelar em 03/03/2012
- Duas palavras. Estava eu, como fazia quase sempre, tomando um pequeno lanche em uma das várias lanchonetes que ficam próximas à Rodoviária de Teresópolis, local onde atualmente resido. Eu saboreava, calmamente, um dos gostosos salgados que eram vendidos, e bebia um refrigerante. Meu pensamento divagava enquanto eu olhava a multidão que começava a chegar do trabalho para “pegar” um dos vários ônibus que ali fazem ponto, para diversos destinos da cidade. Quase não observei quando ele chegou. Era um mulato alto, forte, e muito simpático, porém sua indumentária transmitia a dificuldade que passava naquele momento. Vestia uma camisa rota, calças muito velhas e sapatos bastante gastos. Tudo indicava que aquela pessoa havia saltado de uma condução e aguardava outra. Em seus braços ainda tinha manchas de barro, mostrando o pesado serviço que acabara de executar. Postou-se ao meu lado, porém do outro lado do ângulo reto do balcão e, solicitou educadamente à garçonete que lhe serviss
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